Requiem for a Dream levou-o ao topo da escada.
The Fountain criou cisões entre a crítica. Agora, é tempo de pegar no personagem que o fascina desde criança: Noé.
Darren Aronofsky parece sofrer de uma obsessão artística pelas pequenas coisas que o fascinam. O fenómeno aconteceu com
The Fountain, que foi o seu bebé durante alguns anos e que esteve à beira de morrer. Contudo, o realizador insistiu, persistiu e ateimou até que encontrou aquele que era para si o elenco perfeito e encerrou a fita na altura em que a sentia ideal.
Segue agora para uma representação de Noé (não da história da arca) que, diz, não pretender ser bíblica. Será, sim, sobre o personagem e todos sabemos que o seu herói não será pintado a cor-de-rosa e revestido de fáceis passagens.
Fiquem com o texto delicioso do
The Guardian que o confronta com os medos, os obstáculos, os becos sem saída e até sobre a relação com Rachel Weisz.
Deixo-vos com o
trailer de
Requiem for a Dream.
[youtube=
http://www.youtube.com/watch?v=qz45M9nVF0M]
O Requiem for a Dream é um daqueles filmes que aparecem de 20 em 20 anos e marcam um estilo próprio. Uma verdadeira master-piece. O "The Fountain", um dos mais esperados por mim, ainda não consegui ver devido à porcaria das limitações de cinemas, que só o colocaram no El Corte Inglés. Vai ter mesmo que ficar para DVD.
Beijinhos Inês.
Por acaso sou assídua do El Corte Inglés mas não há desculpa (a não ser a comercial) para se manterem em exibição determinados filmes durante tanto tempo enquanto outros nem sequer chegam às salas de cinema.
O caso do Inland Empire também me espantou. Em Lisboa, apenas o Monumental o exibiu. Goste-se ou não, é David Lynch e acho que o senhor merecia mais uma salita.
Beijinhos
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