Domingo, 17 de Agosto de 2008

Sósias?!

 

 

Até entendo que se possam encontrar alguns traços semelhantes entre o realizador norte-americano Francis Ford Coppola e o cineasta indiano Jag Mundhra. No entanto, convenhamos que, se durante um programa de televisão de um canal de referência (ok, o programa até era o Caras Notícias mas o canal em questão era a SIC Notícias) alguém tem o azar (ou a falta de profissionalismo) de dizer que Francis Ford Coppola, há muito tempo sem filmar (Youth Without Youth foi lançado há sensivelmente um ano), está a preparar um novo filme e na imagem percebemos que está outro que não o realizador de O Padrinho, estamos mal parados meus amigos.

 

Aconteceu, sim. Pelo menos eu fui testemunha em primeira fila há coisa de duas horas e achei que, de forma mais ou menos cruel, valeria a pena contar aqui o episódio. Pois separem-se as águas: o filme chama-se Shoot on Sight (2007), é realizado por Jag Mundhra e é uma drama à volta dos ataques terroristas de 2005 em Londres.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 12:26
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10 anos de discos

 

Foi há dez anos que surgiu o formato que viria a encher as nossas estantes. Não para ouvir, nem para ler, mas sim para substituir o velhinho VHS. O DVD já faz história há uma década e, hoje, não há quem fique indiferente aos seus fascínios. Das colecções indispensáveis como nomes de realizadores, passando pelos clássicos até às novidades que ainda há pouco estiveram no cinema, o mercado de DVD é cada vez mais diversificado e cada vez mais perspicaz no que diz respeito a facturar.

 

Dez anos depois, a Empire faz a lista dos 100 DVD que condidera incontornáveis para qualquer cinéfilo que se preze. Para ver aqui e ler, com mais detalhe, o especial sobre os dez anos do DVD na versão impressa da revista.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 12:11
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

O derradeiro

Sem mais demoras nem grandes comentários, os meus apontamentos sobre Wall.e saídos ainda quentinhos do sítio do costume.


Não sobra mais ninguém no mundo mas nem o mundo sem ninguém resiste a Wall.E. Numa Terra destruída pela ganância humana, o último ser vivo com sentimentos é um robô movido a energia solar com uma obsessão por coleccionar os souvenirs mais inesperados e por uma cassete de vídeo com a gravação do filme Hello Dolly. As tarefas impossíveis para hoje são: resistir à sedução de Wall.E, ficar indiferente à fortíssima afirmação do filme e, claro, não fazer uma vénia a (mais um) irrepreensível trabalho da Pixar.

É a nona longa-metragem da Pixar e, nove vezes depois, um dos seus filmes volta a surpreender ao nível da animação, do argumento e, sobretudo, no que diz respeito à empatia que as personagens conseguem gerar. Desta vez, o objecto inanimado/ser que geralmente não tem grande vida é um robô de nome Wall.E, deixado para trás quando humanidade partiu da Terra, esgotada e em iminente destruição, e se esqueceu de o desligar.

Logo a abrir, a longa cena tão encantadora quanto impressionante que tem o intuito de dar a conhecer Wall.E, apresenta-o como um compactador de lixo solitário que todos os dias continua a fazer o trabalho para que foi programado, tendo apenas a companhia do seu animal de estimação: uma barata.

Mas é em cada final de dia que ele se revela no interior da sua casa improvisada onde arrecada todos os pedaços de objectos que vai recolhendo e o leitor de VHS que passa vezes sem conta uma cópia de Hello Dolly. É Eve, a robô com vestuário de iPod, quem vai chegar à Terra para quebrar a rotina de Wall.E e levá-lo numa viagem apaixonante por um amor electrónico.

A fita é realizada por Andrew Stanton, o mesmo que nos trouxe À Procura de Nemo ou Uma Vida de Insecto e conta com a participação de Ben Burtt a dirigir os efeitos sonoros, o histórico responsável, por exemplo, pela voz do pequeno robô de A Guerra das Estrelas, R2-D2.

O filme, com muito poucos diálogos e uma mensagem (ecológica) muito mais forte do que as de todos os outros filmes da Pixar, é, sem dúvida, o mais arriscado do espólio. É precisamente esse risco que o coloca num patamar transcendente. Sente-se, a cada passo, a inexistência de entraves criativos e um trabalho pensado por várias cabeças em sintonia. E o resultado não podia parecer melhor. Wall.E arranca rótulos e liberta-se de definições para se candidatar à lista de melhores filmes do ano, sejam ou não de animação. Não há quem se vá esquecer desta máquina, a mais terna, sincera e genuína do ano cinematográfico.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 15:50
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Voltando à carga: O nono triunfo da Pixar

Nem vale a pena estarmos com meias medidas porque Wall.E é uma verdadeira maravilha. Prodigioso. O que é impressionante é pensar que os senhores da Pixar não falham uma.

 

Foi precisamente sobre isso que o Luís Salvado conversou com o realizador Andrew Stanton e com os produtores do filme, Jim Morris e Lindsey Collins. Afinal, qual é o segredo do eterno sucesso da Pixar? Há resposta? Vejam aqui em baixo a conversa para o SAPO.

 

 

 

P.S.: E prometo que a seguir só falta o meu habitual artigo sobre o filme. Depois prometo (mesmo) que me calo com o robô.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 11:13
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Só para desenjoar

 

Falemos de Tom Cruise. A Empire inicia hoje um artigo dizendo que para quem, aparentemente, está num ponto baixo da sua carreira, Tom Cruise tem enchido muitas manchetes. Ou porque a data de estreia de Valkyrie foi novamente adiada (desta vez para Dezembro) ou porque fez um inesperado cameo em Tropic Thunder, o actor e cada vez mais fanático da Cientologia não nos larga.

 

Hoje, a notícia é de que Cruise irá protagonizar outro filme. Chama-se The Tourist e é baseado num thriller francês de 2005 que conta a história de um turista americano na Europa que, por culta de uma agente da Interpol, se vê transformado num peão no meio de um complicado jogo de xadrez.

 

A fita será realizada por Bharat Nalluri e partirá de um argumento assinado pelo oscarizado Julian Fellowes (Gosford Park).

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 10:54
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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

A segunda dose

E se, como agradaria a este senhor do NY Times, Wall.E se tornasse presidente dos Estados Unidos? Aqui está o que Andrew Stanton e os produtores do filme acharam do artigo.

 

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 15:58
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

Wall.E: E a chuva começou a cair

Com o que aí vem a seguir, o Elite Criativa abre oficialmente uma semana que, inevitavelmente, será marcada por muitas (e boas) referências ao fabuloso Wall.E.

 

O meu humilde estaminé já tinha andado em estágio, como devem ter reparado pelo número considerável de posts sobre o filme, mas hoje termina a pré-época e começa o campeonato.

 

Comecemos por este simpático vídeo aqui em baixo, que junta entrevistas feitas pelo Luís Salvado em missão para o SAPO ao senhor Andrew Stanton (realizador), aos produtores Jim Morris e Lindsey Collins e ao histórico dos efeitos sonoros, Ben Burtt.

 

Não sei se já disse mas Wall.E é irresistível. Espero não vos maçar em demasia com a repetição do tema.

 

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 16:49
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Domingo, 10 de Agosto de 2008

A intimidade roubada

 

O primeiro papparazzi conhecido morreu em Auschwitz e, como tal, podemos deduzir que a profissão não remonta aos tempos da Antiguidade. Um papparazzi nunca será tão reconhecido quanto as pessoas que fotografa e a quem, na maioria das vezes, rouba algo. Irrompe pelo espaço privado para fazer uma espécie de assalto à intimidade das caras conhecidas.

 

Ainda há uns dias atrás, Nicole Kidman e Keith Urban pediam para que não os fotografassem de modo a poderem gozar um período de descanso em família em paz. Paz é palavra que os papparazzo parecem não ter aprendido na escola primária.

 

Críticas à parte, vamos à parte interessante deste post. Está, a partir de hoje, patente na fundação Helmut Newton em Berlim, uma exposição que inverte os papéis e mostra fotografias de papparazzo em plena acção.

 

Mesmo que não passe por aqui um leitor português com a sorte de andar por Berlim, vale a pena ver a amostra que o El Pais deixou disponível online. Ali em cima podem já ver Marlon Brando ( que nuestros ermanos da dita publicação insistem em chamar Marlon Brandon) com um perseguidor atrás de si, bem protegido, por sinal.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 12:08
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Bilhetes de Identidade

Vamos todos conhecer Chad e Harry. Chad (Brad Pitt) é o personal trainer, espião em part-time. Harry (George Clooney) é um mulherengo com sérios problemas na vida. Os dois são personagens do novo filme dos manos Coen, Burn After Reading, com estreia mundial marcada para o Festival de Veneza.

 

Espreitem os bilhetes de identidade dos dois.

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 11:44
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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2008

Nós bem que queríamos acreditar...

...mas este filme de Ficheiros Secretos não é mais do que um episódio prolongado numa versão menos astuta quando comparado com a série que fez furor na década de 90. Aqui ficam as notas habituais acabadas de publicar no estaminé de sempre.

 

O poster que Fox Mulder tinha no seu escritório está agora na parede de uma casa desarrumada, a casa de um renegado revoltado com o sistema e com a descrença do mesmo em relação a si. Mas o sistema precisa do agente uma última vez. Dele e da metade sem a qual não funciona: Dana Scully. Os dois vão embarcar num último episódio de Ficheiros Secretos, pela segunda vez no grande ecrã. No poster está escrito «Quero acreditar». Nós também queremos acreditar no filme mas este fenómeno tem pouco de paranormal...ou de fascinante.

«É um episódio em versão longa». A frase é frequente à saída de sessões onde acabaram de ser exibidas adaptações cinematográficas de séries. Este ano já tivemos direito, por exemplo, a longas-metragens de O Sexo e a Cidade e, nesta mesma semana, Get Smart – Olho Vivo.

Ficheiros Secretos – Quero Acreditar não é excepção e encaixa perfeitamente na definição da frase comum. Um episódio de uma hora e quarenta e cinco minutos para levar ao cinema os mais nostálgicos em relação à série ou os que, não sendo peritos em linguagem paranormal do FBI, se recordam dos nomes de Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson) como os dos agentes mais míticos dos anos 90.

A série exibida nos Estados Unidos entre 93 e 2002 sobre dois agentes do FBI, um deles crente em fenómenos paranormais e a outra uma cientista incrédula, que investigavam estranhos e inexplicáveis episódios, gerou um fenómeno de culto em todo o mundo e, até hoje, tem fãs espalhados pelos quatro cantos. Em 1998 teve direito a chegar ao cinema, ainda que num filme fraco, pelas mãos de Rob Bowman (realizador de Elektra e Reino de Fogo) e, agora, regressa sob a tutela do criador original dos episódios televisivos, Chris Carter, aqui a acumular as funções de argumentista e realizador.

No tomo de 2008, Mulder é chamado a intervir uma última vez numa investigação de um desaparecimento com contornos misteriosos pela agente Dakota Whitney (Amanda Peet). Para convencer o maior especialista (e crente) em fenómenos estranhos, é preciso, claro está, usar o trunfo Dana Scully, agora retirada da vida oficial e a exercer a profissão de médica num hospital religioso. A ajudar a inquirição está ainda um vidente ex-padre e pedófilo que ocupa o espaço de «burlão-ou-salvador» da fita.

Ficheiros Secretos – Quero Acreditar está um passo à frente do seu antecessor no cinema mas, ainda assim, não consegue ser mais do que uma reposição de um universo querido por muitos, sempre tentando introduzir alguns detalhes que só os fãs conhecerão (a presença de Walter Skinner e as referências à irmã de Mulder e ao filho com Scully dado para adopção).

No entanto, ao mesmo tempo, a necessidade de chegar até um público mais abrangente faz com que a película não assuma algumas das características mais obscuras da série perdendo, com isso, pontos importantes. Falta consistência ao argumento, credibilidade às personagens e, acima de tudo, uma verdadeira intenção para o filme. Uma que não seja regressar porque o retorno de Mulder e Scully levará decerto ao cinema suficientes espectadores para garantir o sucesso. Queremos acreditar com a mesma convicção de Mulder mas saímos tão cépticos quanto Scully.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 11:58
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Cultura Popular: Obama VS McCain

 

Obama defende Homem-Aranha. McCainn prefere o Batman. Para Obama, o melhor presidente no ecrã é Jeff Bridges em The Contender. McCainn gostaria de estar à altura de Dennis Haysbert em 24. O melhor Marlon Brando está, para o candidato democrata, em O Padrinho. Já p republicano admite que é uma minoria e acha que o melhor trabalho de Brando está em Viva Zapata! de Elia Kazan.

 

As respostas estão no grande debate presidencial da Entertainment Weekly sobre a cultura popular. Afinal, quem é o vencedor?

 

Vejam tudo aqui.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 08:37
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O telefone/sapato (ou o sapato/telefone)

Não apetece começar a cantarolar a música do genérico de Get Smart outra vez? Pois apetece.

Estreia hoje a recriação cinematográfica da magnífica série dos anos 60 e, embora seja quase impossível estar à altura de Don Adams, Steve Carell é um tipo competente e, para variar (esqueçamos o desastre que é Evan Almighty), não desilude. Para ver sem demasiadas expectativas e com boa disposição para aproveitar as gargalhadas.

 

Deixo-vos um artigo acabadinho de sair do sítio do costume.


O velho truque do telefone no sapato já não chega ao século XXI com aparência de maravilha tecnológica da mesma forma que este Maxwell Smart nunca poderia bater a aura que Don Adams deixou na série dos anos 60. O agente desajeitado, de métodos ao desbarato, não é o mesmo nem pode bater muitos anos de memórias mas não se deixou ficar para trás num filme de entretenimento competente ajudado por um elenco consistente. Maxwell Smart está vivo e tem olho para a profissão. Mesmo que tenha falhado por um bocadinho, vale a pena ver a parte que não falhou.

Estávamos em Setembro de 1965 quando Mel Brooks e Buck Henry levaram Get Smart até à caixa mágica, uma série sobre o agente número 86 de uma organização de combate ao crime. Maxwell Smart era uma espécie de James Bond desastrado com uma ligação sanguínea com o Inspector Gadget que surpreendia pelos métodos pouco ortodoxos, surpreendentemente bem sucedidos (com uma grande ajuda da Dona Sorte).

A série televisiva foi um sucesso por todo o mundo, durou até 1970, e petrificou o nome de Don Adams junto ao do agente secreto, como o actor que lhe vendeu corpo e usou o mítico telefone/sapato. Maxwell Smart era geralmente ajudado pela competente agente 99, por quem acabaria por se apaixonar. Já nos anos 90, a série é retomada com Smart e 99 em outras funções e colocando no centro da acção o filho de ambos, Zach (interpretado por Andy Dick).

No filme que agora chega às nossas salas de cinema, os espiões voltam ao início. Este Olho Vivo do realizador Peter Segal (A minha namorada tem amnésia; Anger Management) é uma história sobre a origem, sobre como Smart passou de analista da CONTROL, a empresa do bem, a agente pronto a combater todos os maléficos planos da KAOS, a organização dos maus da fita.

Conhecemos Maxwell Smart (Steve Carell) quando a CONTROL acaba de ser atacada fazendo com que grande parte das identidades dos agentes tenha sido comprometida. No limiar da urgência, «O Chefe» do sítio (o grande veterano Alan Arkin) recorre ao funcionário mais improvável para tomar conta das operações. Assim, Smart tem de salvar o couro dos colegas com uma mãozinha da agente 99 (Anne Hathaway), a única cuja identidade não foi violada.

Embora o filme decorra de forma mais ou menos previsível (adivinhamos onde está o vilão bem antes de nos contarem), e não tenha o carisma nem a reputação que os anos deram à série, tem o bom senso de não pretender agradar apenas aos que conhecem a versão televisiva da história. Aí está o seu trunfo.

Um fã pode ver este Get Smart e fará uma leitura própria de quem o vê por amor à nostalgia mas alguém que nem sequer saiba da existência da expressão «miss it by that much» ( «falhei por um bocadinho», uma das frases-cliché da série) irá com certeza sair satisfeito com a dose de entretenimento que acabou de saborear.

Os gags são bem esgalhados, as cenas de acção bem sacadas e o elenco tem uma química que é, em última instância, o que faz deste filme um objecto digno de ser visto. O carinho com que se nota terem entrado nas personagens faz com que, também o espectador, se sinta próximo das figuras.

Steve Carell não é Don Adams mas também não se apodera dos seus maneirismos, recriando Maxwell Smart à sua maneira e, por isso, provando a estratégia inteligente daquele que mais uma vez que mostra ser, de facto, um dos grandes actores de comédia que a sua geração trouxe. Anne Hathaway surpreende por já não ser a menina delicada a que estamos habituados e se revelar aqui na pele de uma mulher sensual cuja química e com Carell impõe um ritmo interessante à película. E, claro está, Alan Arkin fica bem em tudo o que participa, fazendo deste chefe uma boa reposição.

Imaginário recuperado com respeito pela origem e uma nova formatação é o que este Olho Vivo dos nossos tempos tem para oferecer. Essencial é levar para o cinema a vontade de assistir a uma comédia simpática, pouco pretensiosa e sem a ambição de roubar o estatuto da série. O outro Smart já ficou lá atrás, imortalizado e intocável num telefone que é sapato. Ou num sapato que serve de telefone.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 08:32
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