Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Gandalf, o único

 

E pergunto eu: Poderia, em alguma ocasião, ser outro actor que não Ian McKellen a colocar o chapéu pontiagudo? Pois obviamente que não.

 

McKellen confirmou hoje ter aceitado o convite para retomar a personagem interpretada nos três filmes realizados por Peter Jackson na saga O Senhor dos Anéis. Desta vez voltará como o inconfundível feiticeiro em The Hobbit de Guillermo Del Toro.

 

O actor confirmou o regresso numa projecção de The Dark Knight e aproveitou ainda para deixar escapar estas sábias palavras:


“Well, if you’re not going to have Peter Jackson, who else can handle the job? To get an international film-maker of his standing who adores the original trilogy, well I don’t think you could possibly find a better replacement.”

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 22:52
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Depois da cegueira, Shakespeare

 

Ora esta é a notícia do dia. Um trio bizarro vai reunir-se (não necessariamente fisicamente) no grande ecrã. Primeiro chuto os nomes: Fernando Meirelles, Jorge Furtado e William Shakespeare. Agora explico o motivo da reunião.

 

Acontece que Fernando Meirelles vai adaptar a peça Love's Labour's Lost, criada originalmente pelo ícone William Shakespeare e que agora vai ter um argumento escrito por Jorge Furtado (O Homem que copiava, Saneamento Básico).

 

Love's Labour's Lost é uma comédia escrita nos primeiros tempos de dramaturgo de Shakespeare e foi adaptada ao cinema em formato de musical por Kenneth Branagh em 2000.

 

Meirelles promete uma adaptação livre num registo muito diferente do dos seus últimos filmes. Nas palavras do cineasta, a adaptação vale a pena porque a obra teatral do dramaturgo inglês é «uma droga pesada. Quanto mais se lê, mais vontade se tem de ler. Cada frase revela poesia, filosofia e um profundo conhecimento daquilo que somos».

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 20:27
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Mais uma para a conta: Fergie

 

Na Broadway foi um musical de sucesso e, a julgar pelo alinhamento de estrelas que se tem vindo a perfilar, Nine não pode sair-se mal no cinema. O nome deve-o ao filme de Frederico Fellini, 8 e 1/2, porque, dizem os criadores Arthur Kopit e Maury Yeston, a música acrescentou-lhe a metade que faltava para chegar ao nove.

 

Hoje chegou a confirmação de mais um nome, a juntar-se ao casting que já tinha escolhido Nicole Kidman, Marion Cotillard, Penelope Cruz, Judi Dench, Sophia Loren e Daniel Day-Lewis, este último no papel do realizador. Um nome estranho no meio dos já mencionados: o de Fergie.

 

O que não me deixa muito encorajada é o facto de na cadeira de realizador estar Rob Marshall. É que, ao contrário de meio mundo, eu sou menina para achar que o Chicago foi o filme mais sobrevalorizado daquele ano e não merecia a tempestade de prémios. Mas isto sou só eu.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 20:05
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A foto diz tudo

 

Foram 155 milhões de dólares que entraram nos cofres da Warner Brothers só no primeiro fim-de-semana em que The Dark Knight foi exibido.

 

O filme é um mimo, é certo, e Heath Ledger tem nele, de facto, o papel da sua carreira. Seria a personagem que marcaria para sempre o seu curriculum mesmo que não tivesse acontecido o que aconteceu. Mas também é verdade que o motivo para este hype (e para a fita ter entrado para o primeiro lugar do Top 250 do IMDB), todos sabemos, passa necessariamente pela curiosidade mórbida que, mesmo o maior dos fãs, tem de ter pela interpretação de Ledger.

 

Será que vai ganhar o Óscar? É cedo para dizer mas tem categoria para lá chegar.

 

A foto ali em cima mostra bem a sensação à porta dos cinemas americanos. É de Hiro Masuike, do NY Times.



Update das 20 horas: Parece que afinal o valor se fixou em 158 milhões.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 19:12
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Sábado, 19 de Julho de 2008

Estes atrasos...

Chega um  dia depois ao Elite, o trailer que, está claro, não poderia faltar por aqui.

 

A adaptação da graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons levada ao grande ecrã pelo realizador de 300, Zack Snyder já tem amostra para se ver. Senhoras e senhores, pasmem-se com o trailer de Watchmen.

 

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 12:44
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Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

30 Rock e Mad Men na frente da corrida

Confesso que ando ligeiramente a leste no que diz respeito a séries. Houve uma altura em que tudo o que saía de novo, Inês Mendes arranjava forma de ver mas, agora, entre o trabalho, os muitos filmes para ver e a necessidade primordial de socialização, deixei-me disso.

 

Para terem uma ideia, terminei agora de ver a primeira temporada de Extras, cujo DVD está confortavelmente em minha casa há coisa de dois ou três meses (podes mandar vir o próximo, Frederico).

 

Isto tudo para dizer que prefiro não assumir uma postura opinatória sobre os nomeados e, como tal, apenas vos informo que 30 Rock e Mad Men estão na frente da corrida aos Emmys com 17 e 16 nomeações respectivamente. Apesar disso, o recorde está com a mini-série John Adams que conseguiu reunir 23 nomeações.

 

E agora, para os mais curiosos ou para os que se sentirem no direito de opinar, aqui fica a lista completa de nomeados. Sintam-se à vontade para barafustar na caixa de comentários.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 16:52
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Prometo que já a seguir...

...vou descolar das conversas sobre O Príncipe Caspian mas, depois de tanto vos aborrecer com entrevistas, teria de vir o artigo sobre o filme. Aqui ficam as notas saídas fresquinhas do sítio do costume.

 

À segunda adaptação cinematográfica, As Crónicas de Nárnia mudaram de tom. Fora com a acalmia de um mundo que é preciso dar a conhecer e com a arrumação de um filme que apresenta personagens. A chegada do príncipe que dá o nome ao filme trouxe mais acção e uma maior negritude. Pela segunda vez, a fita é competente, bem construída mas continua a faltar-lhe aquele je ne sais quoi para ser mais do que um filme de fantasia passageiro. E da Disney esperar-se-ia algo mais deslumbrante do que isso.

Em Londres, apenas um ano se passou desde que os irmãos Pevensie voltaram de Nárnia. Em O Leão, a Bruxa e o Guarda-Roupa tinham descoberto um mundo que clamava por uma profecia envolvendo os seus nomes e tinham sido promovidos a monarcas.

Agora, depois de já se terem acostumado à rotina escolar da capital britânica, Peter (William Moseley), Lucy (Georgie Henley), Susan (Anna Popplewell) e Edmund (Skandar Keynes) dão por si a atravessar uma nova porta de volta a Nárnia. Desta vez, não através de um armário mas dentro de uma estação de Metro. Contudo, a terra que encontram do lado de lá, passou por centenas de anos e muitas guerrilhas que não deixaram sombra de recordação da imagem que tinham guardado.

O motivo justifica o chamamento: um jovem príncipe (Caspian, interpretado pelo actor Ben Barnes), com direito ao trono, é perseguido pelo maléfico Miraz (Sergio Castellitto), que lhe quer usurpar o poder. Nárnia, essa, está em pantanas sem a ajuda do ausente leão Aslan (Liam Neeson) e a sofrer com os constantes conflitos entre raças. E, como manda a lenda, só os quatro juvenis irmãos (aqui um pouco mais envelhecidos) podem vir em socorro para restabelecer a ordem.

O primeiro filme adaptado de uma das séries literárias fantásticas mais adoradas no Reino Unido e em muitos países por todo o mundo, sofreu, talvez injustamente, duras críticas. Embora bem construído e visualmente interessante, as queixas diziam que a O Leão, a Bruxa e o Guarda-Roupa faltava muito para estar à altura do seu correspondente escrito.

Nesta segunda vez, com Andrew Adamson de volta à realização, a película apresenta-se muito diferente. Muito mais activa, com muito mais violência (aliás, contida em muitos momentos para que o filme não excluísse audiências mais jovens) e num ponto de viragem para Nárnia.

Os quatro irmãos, dos quais só regressarão dois no próximo filme, amadureceram e parecem já estar confortáveis no papel de reis. No entanto, o suposto chamariz do filme é o Príncipe Caspian, um mediterrânico e esbelto herdeiro com um sotaque indistinto não muito conseguido por parte de Ben Barnes, actor que a directora de casting, Gail Stevens, encontrou num palco de Londres. É apenas a suposta atracção principal, visto que, para além de Barnes não imprimir à personagem a energia e a convicção de que ela necessitaria, continua a dividir o protagonismo com os quatro manos.

As Crónicas de Nárnia: O Príncipe Caspian não é de todo um mau filme. Longe disso. Os efeitos especiais são deliciosos e tudo está colocado no sítio certo, com as pinças e o cuidado de ordenação que já se detectava na primeira adaptação. Mas o nome do escritor C.S. Lewis (companheiro de J.R.R. Tolkien em tertúlias literárias) e a marca Disney fazem com que as expectativas deixem o espectador ansioso por algo de muito mais mágico. E este Caspian é entretenimento relativamente eficaz que se vê e se esquece logo a seguir.

Há mais cinco livros para adaptar e o seguinte, A Viagem do Caminheiro da Alvorada, já está em preparação sem que, contudo, Adamson volte à cadeira de realizador (Michael Apted foi o eleito). Sem certezas sobre a saga terá o sucesso suficiente para ser levada até ao fim visto que, O Príncipe Caspian não lucrou tanto quanto se esperaria nos Estados Unidos, será sempre possível ir limando arestas de filme para filme.Talvez, pela altura em que o último for lançado, lá esteja o brilho que a saga As Crónicas de Nárnia tem em potência e que ainda não reluziu no grande ecrã.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 16:50
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Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Andrew Adamson e a inveja de Fernando Meirelles

Como prometido, aqui vão as restantes entrevistas à família do filme As Crónicas de Nárnia: O Príncipe Caspian. Desta vez, a conversa é com o realizador Andrew Adamson e com Ben Barnes, o não muito convincente príncipe.

 

Ora espreitem lá.

 

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 20:36
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Terça-feira, 15 de Julho de 2008

Em Nárnia, sem passar pelo guarda-roupa

Há uns tempos falei-vos de umas conversas que tive com a malta de As Crónicas de Nárnia: O Príncipe Caspian em Praga (cidade onde foi rodada parte do filme).

 

Pois, está claro, é na semana em que estreia o filme, que as conversas tomam forma, devidamente editadas e depois de uns minutos irritantes de volta da tarefa que a dona deste estaminé mais detesta durante a edição de uma peça: fazer legendas.

 

A primeira toma está publicada no sítio do costume e junta os quatro irmãos Pevensie. Amanhã seguirão as conversas com o realizador Andrew Adamson (muito simpático e com o qual perdi mais de metade da entrevista a falar de Portugal e Saramago) e com o dito príncipe, Ben Barnes. Ora, por gentileza, espreitem a tagarelice.

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 21:14
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Wanted pela segunda vez

Para todos os que já viram «Procurado» («Wanted»), estreado na semana passada em salas portuguesas, a notícia não será muito surpreendente, visto que o filme tem a palavra «sequela» escrita por todo o lado. No entanto, o produtor do filme, Marc Platt, confirmou que o guião para «Wanted 2» está já a ser escrito e, como tal, a sequela vai efectivamente tomar forma no ecrã.

O acordo que a Universal renovou com o produtor assegura que o filme deverá reunir de novo o realizador Timur Bekmambetov, os argumentistas Michael Brandt e Derek Haas e o protagonista James McCavoy.

Michael Platt salientou ainda que «os argumentistas estão já a trabalhar e as discussões criativas estão a acontecer». O site da revista Empire entende que, com a expressão «discussões criativas», Platt certamente quererá referir-se ao rumo a dar à sequela.

O que ainda se desconhece é quem estará no elenco ao lado de McCavoy. Com ou sem Angelina Jolie, depois de ter já lucrado 120 milhões de euros em todo o mundo, «Procurado» estará de regresso em 2010.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 17:57
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Segunda-feira, 14 de Julho de 2008

Ricky Gervais é o novo Haley Joel Osment

 

A Dreamworks lançou o primeiro trailer de Ghost Town, filme que tem como protagonista Ricky Gervais, o comediante britânico e criador das maravilhosasThe Office ou Extras.

Gervais veste a pele de um dentista que morre durante sete minutos e acorda com um novo dom: o de ver pessoas mortas. Um dos defuntos a rondá-lo é interpretado por Greg Kinnear, que tem para a personagem de Gervais a missão de não deixar a sua mulher (Tea Leoni) casar com outro homem.

A fita é realizada por David Koepp, que tem no seu curriculum a realização de A Janela Secreta ou a escrita de argumentos para filmes como Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal ou Homem-Aranha.

Para já, o filme não tem data de estreia marcada para Portugal mas será lançado nos Estados Unidos já em Setembro deste ano.

 

O trailer está por aqui.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 17:18
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Domingo, 13 de Julho de 2008

Wall-E for president

 

O título é de um artigo de opinião publicado pouco depois do Dia da Independência no NY Times e tem a assinatura de Frank Rich, um colunista dedicado à política e à cultura popular que também já foi crítico de teatro.

 

Rich começa por elogiar o filme da Pixar que, aparentemente, terá visto à pouco tempo e, dxe seguida, prossegue trazendo ao de cima alguns paralelismos que o filme estabelece com a sociedade americana.

 

Depois, pasmem-se, Rich atira-se à crítica aos dois candidatos a Presidente dos Estados Unidos (Barack Obama e John McCain) de uma forma que, no mínimo, terá de ser rotulada como invulgar. O colunista aponta as falhas nas campanhas e no posicionamento dos candidatos republicano e democrata comparando-as às virtudes de....nem menos: Wall-E.

 

O fecho do artigo não poderia ser mais poderoso. Reparem:

 

"Mr. McCain should be required to see “Wall-E” to learn just how far adrift he is from an America whose economic fears cannot be remedied by his flip-flop embrace of the Bush tax cuts (for the wealthy) and his sham gas-tax holiday (for everyone else). Mr. Obama should see it to be reminded of just how bold his vision of change had been before he settled into a front-runner’s complacency. Americans should see it to appreciate just how much things are out of joint on an Independence Day when a cartoon robot evokes America’s patriotic ideals with more conviction than either of the men who would be president."

 

Assim é fácil perceber o estado do país. Se até um robot ternurento é apontado como melhor solução do que os reais candidatos.

 

O artigo completo está aqui.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 18:57
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