Sábado, 21 de Junho de 2008

De collants e a roubar para dar aos pobres?

 

Será este senhor aqui em cima o escolhido para assumir o papel de Robin Hood no filme Nottingham, que Ridley Scott tem em labuta?

 

O site do jornal britânico Daily Mail noticia hoje que tanto Christian Bale (na lista dos mais requisitados, com Dark Knight a sair e a preparar-se para o papel de John Connor no próximo Terminator) como Vanessa Redgrave, William Hurt e Saoirse Ronan estão na mira do realizador e, alegadamente, estarão a ser assediados para que aceitem os convites.

 

Perante a chuva de papéis demasiado visíveis e emblemáticos, bem como de representações ligadas a personagens demasiado gravadas na memória do mais esquecido, irá Christian Bale aceitar mais um trabalho nos mesmos moldes?

 

Scott e Bale trabalharam juntos recentemente em 3:10 to Yuma e consta que o cineasta está muito empenhado em fazer com que o actor vista as collants e roube aos ricos para dar aos pobres. Teremos de esperar para ver.  

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 19:28
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As divisões Tarantinescas

 

Kill Bill chegou-nos dividido em dois. Era demasiado extenso, tinha duas partes distintas, fazia sentido enquanto todo mas digerido em duas refeições.

 

Depois da sessão dupla inicial com o Planet Terror do colega Robert Rodriguez em Grindhouse, Death Proof chegou às salas portuguesas em separado, deixando de ser parte para passar a ser um bolo completo com créditos individuais.

 

Agora, Quentin Tarantino já anunciou que o muito aguardado (desde há uns bons anos) Inglorious Bastards também virá em dois takes.

 

Estará Tarantino a habilitar-se ao prémio de "realizador com maior número de filmes que até podiam ser lançados de uma vez mas que, por razões sobre as quais todos podemos especular, passam a versão dividida"?

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 19:11
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Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

O prestige da Pixar

 

Quando, em Agosto, Wall.e chegar aos nossos ecrãs (jubilo, saltinhos, êxtase!!!) será apresentado um aperitivo, já habitual, antes da longa. A nova curta-metragem da Pixar chama-se Presto e tem a assinatura de Doug Sweetland.

 

A história é a de um mágico e do seu fiel (ou não tanto) coelho que insiste em não cooperar num número de magia. Não há diálogos mas isso é lá necessário quando estamos a falar da magia criada pela Pixar!

 

Ontem, chegou uma amostra de 30 segundos. Deliciem-se aqui.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 16:09
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Fim de hibernação

E de volta cá estou eu. Tinha prometido regressar ontem mas o estado cerebral vegetativo era demasiado avançado para que qualquer coisa com nexo saísse destas teclas.

 

Sobre o post anterior há que dizer que a passagem por Praga foi produtiva (cidade extraordinariamente fascinante) e que Andrew Adamson é um porreiro que segue conselhos de Peter Jackson e tem uma potencial fixação por Portugal. O propósito da viagem foi o junket referente ao filme de Verão da Disney, As Crónicas de Nárnia: Príncipe Caspian. Falaremos mais à frente, lá por altura da estreia do dito cujo, sobre os pormenores das entrevistas e sobre o objecto que as motivou: o filme baseado no livro de C.S. Lewis.

 

O que me traz aqui hoje é, como naturalmente à quinta-feira, as notas sobre as estreias. Visto que ainda não estou de volta ao SAPO e os artigos sobre os filmes em cartaz apenas serão publicados nos próximos dias, deixo-vos apenas algumas ideias sobre os dois filmes que tive oportunidade de ver.

 

Comecemos então por Reefer Madness - Erva Maldita. Para os que não ouviram o título, a fita é um musical sobre os tempos em que fumar erva parecia estar no mesmo patamar dos efeitos que a Grande Depressão tinha trazido aos Estados Unidos.

 

O filme é um musical sob a forma de filme propagandístico anti-droga, uma espécie de mistura a recordar Hairspray (na fase imaculada de Jimmy Harper e Mary Lane, um casal liceal de cabelos perfeitos e comportamento exemplar) e The Rocky Horror Picture Show (quando os consumidores de erva se erguem que nem zombies pelas ruas da cidade). Não esquecer que pelo meio há uma cena em que Jesus - o mesmo que tem um microfone dourado e adora orgias divinas - oferece a salvação a todos os que se desgraçaram nos caminhos da substância. Allan Cumming é quem vai guiando o filme-panfleto no papel de um rígido demagogo dedicado à presidência de Roosevelt.


Reefer Madness tem momentos demasiado cartoonescos e, embora o texto (ou a música) nem sempre acerte na tecla do humor com o tom ideal, é um bom exemplo de um musical-comédia (ou de uma comédia musical) que, sendo pateta, consegue ter muita piada. Garanto-vos que vão ficar a cantarolar o repertório nas horas seguintes.

 

Caminhemos então agora para Obsessão Mortal, primeiro filme em língua inglesa do realizador Wai-Keung Lau, e regresso de um Richard Gere - repito o mesmo que tinha dito em The Hunting Party- numa aconselhável pré-reforma.
 

Gere é Erroll Babbage, um vigilante de violadores em liberdade controlada, que percebe todos os instintos e todas as tendências sexuais que cada um deles tem. Allison (Claire Danes) é a aprendiz sempre junto à cauda do mestre. Os dois vão envolver-se para lá do profissionalismo e chegar mais perto do que o que a profissão lhes exige.


Obsessão Mortal (The Flock em inglês) vê-se e esquece-se. Passamos e deitamos fora uma narrativa à qual assistimos uma boa dezena de vezes (senão mais) e duas interpretações jogadas em função dessa mesma limitação: os lugares comuns a que o argumento não consegue fugir. Para além disso, a realização de Lau quer ser ritmada, frenética e sufocante, mas revela-se mais próxima de saturante do que dos adjectivos a que se tinha proposto atingir. A somar alguns pontos positivos ficam um ou outro retrato dos instintivos violadores, as suas manias e os seus impulsos incontroláveis. Esses sim, obsessivos e mortais.

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 15:32
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Domingo, 15 de Junho de 2008

Agenda...setting

Por causa destes senhores...

 

Nos próximos dias andarei por esta cidade...

 

 

Esta realidade vai forçosamente deixar este estaminé em estado de mini-férias. Volto na quarta-feira com a histórias completas e com as habituais conversas sobre este tema que insiste em não me largar.

 

 

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publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 11:48
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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

The time is his

 

Iron Man foi mesmo o interruptor para o tornar amigo das massas e catapultá-lo para papéis de grande destaque. Terá sido. É que sobre Robert Downey Jr. só se ouvem rumores e nada se confirma.


Primeiro que vestirá o robe de Hugh Heffner e invadirá a mansão Playboy. Agora, e segundo a Entertainment Weekly, que poderá ser o próprio Sherlock Holmes no filme que Guy Ritchie vai assinar, uma fita que não será baseada nos livros de Sir Arthur Conan Doyle mas sim numa BD de Lionel Wigram ainda por lançar.

 

Escolher um americano para representar um dos personagens britânicos mais célebres da literatura (e da televisão bem como do cinema) é um pecado mortal apenas equivalente à inveja?

 

Fosse qualquer outro americano e talvez pudéssemos formalizar a acusação mas com Downey Jr. é quase certa a transformação irreconhecível e a qualidade do produto final. Resta saber se não passa de um reles boato.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 18:00
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Como dizer? Perturbador...

Perturbador, caros amigos, não é o novo do Sr. Shyamalan. Isto aqui em baixo, isto sim, é bizarria. Da boa.

 

 

Pois vos digo que nunca tinha cruzado caminho com este transcendental vídeo, nem tinha ouvido falar dele e nem mesmo me lembro da sua existência no DVD de Fight Club. O site Joblo fez a cortesia de o publicar e a Empire diz estar na mesma situação que eu.
 

Alguém já conhecia a existência deste vídeo em que Edward Norton e Brad Pitt fazem um abrilhantado dueto cantando repetidamente uma certa palavra?

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publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 17:50
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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

Quando se ganha estatuto R-Rated

The Happening é o primeiro filme de Shyamalan a receber a classificação de R-Rated. Não sei se porque há mais cadáveres ou se porque a atribuição da classificação é cada vez mais rígida.

 

Vamos relembrar outros primeiros R-Rated? Então vamos.

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publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 17:07
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Até eu, defensora do pluralismo de opinião...

...fico confusa quando leio (porque já li) algumas opiniões mais do que favoráveis sobre The Happening. Shyamalan terá sempre o mérito de dividir águas. Com este, eu fico do lado contra. Aqui fica um artigo fresquinho de onde vocês já sabem.

 

O Central Park paralisado. Dezenas de pessoas paradas num congelamento bizarro. Algumas frases desorientadas e sem nexo. Uma mulher tira um gancho pontiagudo do cabelo e enterra-o no pescoço, junto à carótida. Estas primeiras imagens de O Acontecimento, tão inspiradas, tão promissoras, rapidamente se esfumam nos vapores venenosos que o filme anuncia. Para trás fica um Shyamalan perdido, desorientado sem sombra do homem que fez O Sexto Sentido ou A Vila. Depois da desorientação que o estranho Acontecimento provoca, as personagens precipitam-se para um suicídio inconsciente. E Shyamalan, também está a pôr a corda no pescoço?

As vozes do apocalipse levantaram-se quando A Senhora da Água chegou aos cinemas em 2006. M. Night Shyamalan, o mesmo realizador que tinha levado o medo, a tensão e os inconfundíveis twists aos píncaros em O Sexto Sentido, O Protegido ou A Vila, tinha dado um passo em falso. Os dois anos que se seguiram foram tempo suficiente para que a expectativa aumentasse. E aumentasse.

Quando o título The Happening surgiu pela primeira vez com a inscrição «escrito, co-produzido e realizado por M. Night Shyamalan» as vozes que se levantaram foram outras. Este Shyamalan de 2008 seria o genuíno (entenda-se como aquele que todos tinham esperança de ainda existir) ou seria o mesmo do seu fraco e fracassado filme mais recente?

O Acontecimento começa com um suposto ataque ao Central Park em Nova Iorque. Um evento inexplicável faz com que os transeuntes fiquem imobilizados, desnorteados e, por vezes, a andar em marcha-atrás. Aos primeiros sinais de alucinação segue-se uma súbita vontade de se suicidarem com o que quer que esteja à mão (um gancho do cabelo, uma pistola de um polícia reutilizada várias vezes ou um pedaço de vidro que sobrou de um acidente). Americanos que se prezem apressam-se a atribuir a causa das mortes em grupo a células terroristas mas depressa vão perceber que este fenómeno é muito menos racional do que um avião a embater numa torre. Aliás, este é o alerta ecológico do realizador, demagógico e moralista.

A guiar-nos a visita pelos recintos de suicídio colectivo estão Elliot Moore (Mark Wahlberg), um professor de Ciências acriançado com problemas matrimoniais, e Alma (Zooey Deschanel), a causa dos conflitos entre casal. De fuga em fuga, de cidade grande para pequena localidade até chegar ao mais inóspito campo verdejante são eles – e também a pequena Jess (Ashlyn Sanchez), filha do amigo Julian (John Leguizamo) – que vão assumir o papel de olhos e ouvidos do espectador.

Esta é uma caminhada por uma catástrofe, anormalmente natural, espalhada por plantas, ventos e ares perigosos, que representa apenas o ponto de partida para o que está por vir.

Mas o que sobra do antigo Shyamalan neste argumento? De facto, está lá o fenómeno raro e sem causa aparente, experienciado por pessoas comuns. Sempre constantes são a tensão e o medo, uma sombra permanente junto de qualquer um dos personagens. Mas este ambiente não parece realista nem tem o poder de deixar suspenso o mais incrédulo dos públicos e aquele acontecimento incompreensível esgota-se quinze minutos depois do início do filme.

A causa para os defeitos é consequência directa da escrita. É somente o que está à vista que o argumento de Shyamalan tem para mostrar: há um fenómeno, o evento propaga-se, o acontecimento mata a rodos e a explicação para ele é divulgada desde início. Se começamos em grande, somos enviados, a meio,para um filme circular e redundante e terminamos sem desenvolvimentos de maior.

Pode perguntar-se o leitor: e quanto às personagens? À excepção de Alma, cuja interpretação de Zooey Deschanel como a mulher infantilmente perturbada por crises menos importantes do que a importância que ela lhes dá, tudo o resto parece tão caricaturado que se aproxima mais do humor e menos do thriller. Mark Wahlberg, por exemplo, cria um menino grande ao jeito série B que nunca consegue acertar no tom (se é que chegou a haver um).

Para além disso, para quem vai à espera do tradicional twist, o que podemos dizer é que vá preparado para algo muito diferente (e muito desapontante).

Não que o twist seja uma característica essencial na arte do cineasta mas, perante um Shyamalan a fazer tudo tão à pressa e a parecer-se mais com um fã wannabe do que com ele próprio, talvez pudesse esse mecanismo salvar O Acontecimento que, assim, parece estar condenado a não acontecer.

A pergunta sem resposta precisa de ficar escrita: perdeu-se de vez aquele que um dia foi o mestre dos fenómenos e das reviravoltas surpreendentes?

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 16:27
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Uma semana de desilusões

Numa semana em que esperava ter dois pesos pesados a encher-me as medidas, as expectativas foram defraudadas e sinto-me como alguém a quem contaram o conto do vigário. Ainda que Hulk seja entretenimento digerível, está longe de ser o que se esperava (eu sou das que gostaram do filme de Ang Lee) mas a maior desilusão veio com The Happening. Falaremos sobre ele mais tarde mas, esta que vos escreve, está convicta de que Shyamalan perdeu de todo a cabeça.

Por agora, fiquem com as notas sobre O Incrível Hulk saídas directamente do sítio do costume.

 

No Verão dos Super-heróis, a Marvel começa a preparar a grande reunião. Iron Man, X-Men ou Capitão América estarão na convenção de 2011, onde os Avengers (Vingadores) se sentarão à mesa na mesma cimeira de que Hulk também é fundador. Em O incrível Hulk, o realizador Louis Leterrier não volta às origens mas também não continua o filme de Ang Lee. Regressa ao início sem grandes explicações nem demoras junto de Bruce Banner. Usa o verde do monstro em estado quase permanente. A este Mr. Hyde que grita «Hulk, Smash!» pouco sobra de Dr. Jekyll.

Em 2003, Ang Lee contava as origens de Hulk, o cientista nuclear Bruce Banner depois de banhado em radiação gama e na iminência de um fluxo de raiva, e via o seu filme receber críticas muito desfavoráveis. Para este segundo Hulk, Louis Leterrier resolveu explicar por alto o que causou a mutação e não se debruçar muito sobre o passado e os dramas presentes de Bruce Banner (Edward Norton). Também achou por bem não continuar a história em que Ang Lee tinha pegado (seria um peso de grande responsabilidade) e recomeçou no ponto de partida.

Encontramos um Banner exilado nas favelas do Brasil, longe da sua mais-que-tudo, Betty Ross (Liv Tyler), e incessantemente em busca de uma cura para a doença que o transforma em monstro verde quando lhe chega a mostarda ao nariz. A perseguição, essa, nunca pára. Já se sabe, ele até quer ser deixado em paz, mas o exército do General Thaddeus «Thunderbolt» Ross faz tudo o que pode para não lhe perder o rasto.

No entanto, para além dos artilheiros há um militar dotado de capacidades especiais para enfrentar o Hulk. Depois de Uma segunda juventude, Tim Roth parece começar a ser o actor eleito para encarnar homens em rajadas de rejuvenescimento. No filme de Francis Ford Coppola é um idoso que, depois de atingido por um raio, enfrenta uma nova e inesperada juventude. Em O Incrível Hulk é Emil Blonsky, um soldado de quarenta anos a precisar de voltar aos trinta, feito que consegue graças a umas pouco simpáticas injecções na espinha. Mas Blonsky transformar-se-á no inimigo mais temível de Hulk, um monstro que consegue superar a sua força, o Abominação.

Quando Hulk chega ao cinema em 2003, traz consigo uma longa história nos livros da Marvel e a adoração de muitos fãs da BD. Foi em 1962 que o lendário Stan Lee (como sempre, com direito a cameo no filme) e Jack Kirby criaram a primeira BD com Bruce Banner. Lee diz ter querido cruzar Frankenstein com Dr. Jekyll e Mr. Hyde e garante ter-se perguntado se «Não seria divertido criar um monstro e fazer dele o bom da fita».

Um ano e seis edições depois de BDs em que foi o único protagonista, a Marvel cancelou Hulk. Apareceria posteriormente junto ao Quarteto Fantástico e viria a ser um dos membros fundadores dos Avengers (uma coligação maravilha de super-heróis) mas, só em 1968, voltaria a ter um espaço só para si.

Este Verão, ele renasce, muito diferente da nova vida que Ang Lee lhe tinha dado e mais próximo das sucessivas brigas e perseguições em que a personagem original tendia a envolver-se. Este Hulk com guião de Zack Penn e, supostamente, de Edward Norton (que reclama para si o envolvimento na escrita), esmaga, mata, eleva para outro patamar a contagem de corpos e, em várias ocasiões, oferece ao espectador acção a bom ritmo em lutas entusiasmantes.

Apesar disso, falta o lado que a Marvel sempre faz questão de dizer ser o que faz dos seus heróis super-heróis. Falta a este Hulk mais de Bruce Banner. Quando a fita se aventura na história do homem revela a xaropada entre o protagonista e a pouco impressionante Betty Ross em vez de desvendar, tal como se esperaria, o conflito interior entre monstro e homem.

De salientar ainda é o facto de o CGI não estar perfeito. A técnica usada foi a de motion capture (os movimentos dos actores são capturados e é a partir deles que se criam as personagens virtuais) e, como tal, percebemos que por trás dos bonecos estão efectivamente Norton e Roth. Mas, falta-lhe o efeito de realismo de que o Hulk de Ang Lee se aproximava mais.

Roubando o título ao prémio da MTV, Homem de Ferro continua como detentor do troféu «Melhor filme de Verão até à data». Contudo, valerá sempre a pena não esquecer O Incrível Hulk como um dos primeiros passos para a cimeira de 2011. E essa reunião de chefes de estado heróicos, ninguém poderá perder.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 09:32
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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

Se os remakes estão em voga...

...Robocop não poderia faltar ao desfile.

 

Os rumores começaram em Março, mas a MGM tinha mantido o silêncio até agora. A acrescentar, sabe-se apenas que nenhum dos envolvidos nos três filmes originais estará de volta. A primeira imagem vem da Licensing International Expo 2008 que acontece por estes dias na Big Apple.

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 22:22
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Eu sou a Spider-(wo)Man

Diz o Guardian que sou mesmo. Ora vejam:


You are Spider-(wo)Man, a precociously gifted kid-at-heart who's just trying to lead a normal life. Your chattering friends accept you as part of the gang. Little do they know that you have hidden depths.

 

E vocês, que super-herói são? Descubram aqui.

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publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 22:18
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