A partir de amanhã, Lisboa vira indie. O Festival de Cinema Independente da capital já vai na 5ª edição e promete esgotar muitas salas ao longo dos dias em que vai andar pelo eixo da Avenida de Roma e pelo muito central S. Jorge.
A propósito disso achei que valia a pena perceber em que ponto está o conceito de indie e como é ser indie em Portugal. Eu e o Gonçalo falámos com alguns senhores (e senhora) destas coisas do cinema, em alguns casos em presença, noutros à distância, e o resultado foi este.
Não fica só a reportagem central. Acrescentam-se duas conversas com o Reino Unido. Uma com a realizadora Cláudia Tomaz, agora por lá a fazer o seu cinema, e outra com o escriba residente sobre box office da Sight and Sound, Charles Gant (que, por sinal, tem amigos brasileiros para lhe traduzirem a reportagem). Acho que o trabalhinho compensou. Daqui sigo para a maratona do Indie. Vemo-nos por lá.