Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

É isto, meus amigos...

...se o João Pestana andava a rodear os espectadores, Hugh Jackman fez, logo à partida, questão de nos dizer "oh, meus amigos, toca a acordar que eu não venho aqui brincar". Ele e Anne Hathaway. Este número de abertura é qualquer coisa.

 

 

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 17:47
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A reter da 81ª cerimónia dos Óscares

 

- Sim, Hugh Jackman é um grande apresentador (e digo isto sem qualquer parcialidade própria da minha condição feminina).

 

- Sim, o número de abertura foi dos melhores que vimos desde há uns bons tempos. Dança techno para O Leitor é qualquer coisa de inesquecível.

 

- Sim, foi comovente ver a família de Heath Ledger a receber o Óscar póstumo. Foi comovente para nós e para todos os que estavam sentados no Kodak Theatre e deixaram escapar uma lagrimazinha na altura.

 

-Sim, já era tempo de Kate Winslet vencer o Óscar. A forma convicta como sobe ao palco é a cereja no topo do bolo.

 

-Sim, é bonito o momento em que Sean Penn dá a redenção pública a Mickey Rourke, chamando-o de irmão e felicitando-o pelo seu regresso.

 

-Sim, Ben Stiller estava mesmo a imitar a figura triste que Joaquin Phoenix fez junto de David Letterman há uns dias atrás.

 

- E, sim, é bom ver que a Academia está aberta a novas opções e até já premeia pequenos grandes filmes como Quem Quer Ser Bilionário?

 

Para o ano há mais. Se quiserem detalhes rigorosos passem por aqui.

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 15:06
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Sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

Que discurso pertence a quem?

 

O The Guardian colocou hoje online uma série de treze misturadas de palavras que correspondem a treze discursos de vencedores de Óscares. A ideia é, no meio da confusão, tentar adivinhar a quem pertencem.


Ora tentem lá.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 15:29
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Tudo para David Fincher, nada para Sam Mendes

 

Foram 13 nomeações as reservadas para O Estranho Caso de Benjamin Button, de David Fincher. No habitual cenário, o presidente da Academia Sid Ganis e o também membro Forest Whitaker anunciaram há poucas horas os felizes contemplados com nomeações para os Óscares e, confirmaram muitas das expectativas criadas.


O Estranho Caso de Benjamin Button é uma obra ao gosto da Academia mas, na humilde opinião desta que vos escreve, o seu destino na noite de 22 de Fevereiro vai ser um de dois: ou limpa quase todos os prémios para que está nomeado, ou levará poucas ou nenhumas estatuetas. Apenas um palpite.


A concorrer para Melhor Filme, apenas uma carta fora do baralho: The Reader, de Stephen Daldry. Frost/Nixon, Slumdog Millionaire, Milk e Benjamin Button já eram nomeações prováveis. E curiosamente, este ano temos dobradinha nas nomeações para Melhor Filme e Melhor Realizador. Stephen Daldry, Ron Howard, Danny Boyle, Gus Van Sant e David Fincher têm o nome na lista para o prémio de Melhor Realização e vêem os seus filmes nos nomeados para Melhor Filme.


Kate Winslet volta a ser nomeada para Actriz Principal, tendo de concorrer com nomes como Meryl Streep e Angelina Jolie, mas, inesperadamente, recebe a nomeação por The Reader e não por Revolutionary Road, como seria de esperar. De resto, o filme de Sam Mendes talvez tenha sido, injustamente, a ausência mais notada, visto que apenas compete na categoria de Guarda-Roupa e vê Michael Shannon a ser nomeado para Melhor Actor Secundário.


Quanto a Heath Ledger, nada de novo (e vai levar o prémio, claro).


Depois, Wall-E lá tem a nomeação (e vai levar a estatueta, claro) na categoria de Melhor Longa-Metragem de Animação (como merecia estar entre os nomeados para Melhor Filme, oh como merecia!) e A Valsa com Bashir surge perdido apenas no meio dos concorrentes a Melhor Filme de Língua Estrangeira. Nada de surpreendente, portanto.


Note-se uma pequena agradável surpresa. Penélope Cruz foi nomeada para Melhor Actriz Secundária pelo seu papel tresloucado em Vicky Cristina Barcelona.


Agora, resta-nos esperar até ao próxima dia 22 de Fevereiro, onde imperarão o café e as emoções fortes. É que não há noite como a noite dos Óscares, meus caros. Não há.

 

Podem conferir todas as nomeações aqui.
 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 17:13
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Como já não tenho muito mais para dizer sobre os Coen...

...mas continuo com o sentido de dever social apurado e sinto que tenho de vos incitar a ver No country for old men, deixo-vos algumas frases que acabei de ler na Time Out.

Sendo um formato presente em todo o mundo, a revista desta semana traz um artigo de Geoff Andrew, senhor que falou com os irmãos a respeito da estreia do filme. Acho que tenho de destacar uma do meio do palheiro. Diz Ethan Coen:

"Há algo de fascinante em ver o Chigurh (Javier Bardem) a tirar as meias ensanguentadas".


Depois, na habitual crítica, e porque já não vos quero chatear com as minhas palavras sobre a fita visto que começo a parecer cegamente tendenciosa, a Time Out diz:

"É muito perigoso andar por território dos Coen, mas imensamente recompensador. Até no final anti-satisfação digestiva".

Certíssimo. Não posso fazer mais nada para vos tentar convencer a vê-lo. Calculo que depois das últimas semanas já estarão mais do que convencidos.
Esta maravilha para abrir o apetite. "I got it under control".

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 18:48
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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Ah grandes Coen! Faltou o PTA...

Como tradicionalmente, a noite de ontem foi de levante. A surpreender apenas as vitórias de Tilda Swinton e Marion Cotillard. A merecida confirmação para os Coen, para Daniel Day-Lewis e para Ratatui e a ausência de reconhecimento para Paul Thomas Anderson. Agora, depois de ter dormido umas quatro horitas, deixo-vos um artigo com o balanço da noite e vou de partida para o norte. Os dias são de cinema e mais logo começa o Fantas.

 

A Academia reuniu-se e anunciou os sortudos vencedores. Os irmãos Coen foram os senhores da noite com direito a honras para melhor filme e melhores realizadores por Este país não é para velhos. Haverá Sangue levou duas estatuetas mas o cineasta Paul Thomas Anderson saiu de mãos a abanar. No departamento dos actores, todos os oscarizados têm uma particularidade: não são americanos.

No Kodak Theatre, a noite não foi de grandes surpresas nem de grandes números. O grande vencedor da 80ª edição dos Óscares levou para casa quatro das principais estatuetas e deu aos realizadores e argumentistas Joel e Ethan Coen a recompensa por Este país não é para velhos.

A fita, que chega a Portugal apenas esta semana, venceu nas categorias de melhor filme, melhor realização, melhor argumento adaptado e ofereceu a Javier Bardem o prémio para melhor actor secundário pelo trabalho como um sociopata assassino. Os irmãos Coen discursaram à sua maneira, de forma descontraída, e arrancaram algumas gargalhadas da plateia.

A vitória de Daniel Day-Lewis confirmou as apostas na categoria de melhor actor e somou uma das conquistas para Haverá Sangue de Paul Thomas Anderson. A fita, que era uma das favoritas da noite, terminou apenas com dois Óscares: o de melhor actor e melhor fotografia. Este ainda não foi o ano do realizador de Magnólia.

No campo dos actores, as vitórias poderão ser entendidas como um gesto de maior abertura por parte da Academia visto que, nenhum dos premiados é americano.

O inglês Daniel Day-Lewis recebeu o prémio para melhor actor das mãos da rainha, Helen Mirren, e a francesa Marion Cotillard recebeu a estatueta para melhor actriz por La Vie en Rose, representando uma das poucas surpresas numa categoria que muitos apontavam como certa para Julie Christie.

Do lado dos actores secundários, para além do espanhol Javier Bardem, foi Tilda Swinton a subir ao palco para discursar. A britânica dedicou o prémio ao seu agente que disse ser igual à figura do homem dourado que tinha na mão.

Para Juno, tal como aconteceu no ano passado com Little Miss Sunshine, estava reservada a distinção para melhor argumento original. A ex-stripper e blogger Diablo Cody fez aquele que foi o agradecimento mais emocionado do serão não esquecendo de fazer referência “à sobre-humana Ellen Page” pelo seu desempenho no filme.

Ratatui foi, como todos esperavam, o melhor filme de animação e colocou Brad Bird a agradecer a “todos os sonhadores que apoiaram um rato que sonha”.

Da parte de Michael Moore não houve discurso aceso já que, na categoria de melhor documentário, foi Taxi to the dark side a vencer. Os responsáveis pelo filme sobre os métodos de interrogatório norte-americanos não perderam a oportunidade para criticar a actual administração do Estados Unidos mas não da forma efusiva a que o realizador de Sicko nos tinha habituado.

A conduzir a 80ª cerimónia dos prémios da Academia esteve um estável Jon Stewart que começou a abertura da festa com uma frase a respeito do final da greve dos argumentistas: “A luta acabou. Esta noite, são bem-vindos ao sexo de reconciliação”.

80 cerimónias depois foram entregues as 24 estatuetas e o Óscar honorário, num ano em que, a fechar o habitual vídeo in memoriam, esteve a imagem de Heath Ledger acompanhada pelo som dos aplausos de toda a plateia.


  Podem ver aqui a lista completa dos vencedores
publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 11:27
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Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

A miúda do cachimbo



Faltava-me ver Juno. Colmatei a falha no fim-de-semana e saí da sessão convencida. Se fosse membro da Academia, no entanto, estaria longe de votar nele para melhor filme.

De facto, as comédias politicamente incorrectas, que olham para uma situação complicada de um prisma menos usado são uma boa alternativa aos formatos já saturados e Juno é o exemplo máximo de como trazer quilos de originalidade a uma história que já vimos contada mil vezes.

Por esta altura já todos devem saber mas eu faço questão de vos relembrar. Juno é uma miúda de 16 anos do mais invulgar que já se viu por aí (será difícil encontrar-lhe uma correspondente real) que, por obra do destino, engravida de um geek.
Sim, o acontecimento é dramático, mas a explosão das notícias é encarada da forma mais tresloucada por esta adolescente que gosta de Iggy Pop and the Stooges. Primeiro tenta abortar mas, pelo caminho, encontra a activista anti-aborto mais ridícula que o cinema já criou. A asiática demove Juno da ideia. Depois, sem qualquer dúvida, acha que a melhor hipótese para o rebento que carrega é ser criado por um casal de yuppies riquíssimos. Ela (Jennifer Garner) aborrecida, cheia de regras e com um relógio biológico em contagem decrescente. Ele (Jason Bateman), o equivalente masculino e trintão de Juno, rebelde preso na rigidez da mulher que secretamente ouve Sonic Youth.

Os pais de Juno, são mais a ajudar à delícia. Brenda (Allison Janey) é a madrasta cool que dá tareias a radiologistas emproadas. Mac (J.K. Simmons) é o pai a encarar a situação da forma  "já-que-isto-está-feito-vamos-lá-para-a-frente" e a dizer coisas como "Hey, big-puffy version of Junebug" ao ver a filha entrar com uma barriga maior que ela.
Não esquecer Paulie Bleeker (Michael Cera, um dos da troupe de Judd Apatow), um geek apaixonado e em estado de transe, sem perceber bem o que lhe está a acontecer.

Juno é um desenrolar de cenários pop (do telefone em forma de hamburger aos calções de Bleek), de uma banda sonora escolhida a dedo e de textos do outro mundo que servem de motor ao filme. Ellen Page é fenomenal a encarnar esta miúda bizarra de cachimbo em punho. A merecer algum Óscar seria este e o de argumento original (o último acredito que vai levar).

Saí da sala preenchida, ainda em estado de riso com este retrato suburbano da típica adolescência irresponsável.  De Juno só há um apontamento que me apetece fazer. Diria que será quase impossível encontrarmos no mundo real uma Juno como aquela da tela e isso deve-se ao facto de se perceber que é alguém que já não lembra o que foi ser adolescente (ou então teve uma adolescência estranhíssima) a escrever o guião: a ex-stripper e blogger, Diablo Cody.

Nota: Juno venceu ontem o prémio para melhor filme nos Independent Spirit Awards.
publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 12:59
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There will be...

There wil be Oscars...
There will be tears...
There will be awards...

Estes têm sido os títulos de vários artigos em algumas publicações internacionais de referência nos últimos dias. Será que quer dizer alguma coisa?

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 12:19
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

No country for old men em antecipação

Falta uma semana para a estreia de No country for old men, uma tontice visto que é um dos filmes mais nomeados para os Óscares (e potencialmente o grande vencedor). Ou não será assim tão descabido no que diz respeito a receitas de bilheteiras...
Contudo, aqui a vossa amiga traz-vos já o textinho sobre o dito cujo para que possam ficar com água na boca. A missão é dizer-vos que NÃO podem, sob qualquer circunstância ou catástrofe natural, perder este no cinema. Aqui fica o artigo publicado no sítio do costume.

Os irmãos Coen fizeram a sua obra mais sangrenta sem perder o habitual humor negro e mantendo a inspiração do film noir. Este país não é para velhos é um conto sobre violência no seu mais genuíno estado. Uma viagem sincera por um Texas simultaneamente bizarro, frustrado e hipócrita onde, viver ou morrer são realidades dependentes de uma escolha banal. Cara ou coroa?

A paisagem é a de um Texas vazio, mudado, onde antes os xerifes escusavam de usar armas mas agora são assassinados dentro dos seus próprios gabinetes por psicopatas de sangue frio.

Um caçador em exercício da sua profissão encontra um amontoado de cadáveres com uma simpática quantidade de heroína a fazer-lhes companhia e uma mala recheada de notas e decide levá-la para casa na esperança de que ninguém note.

Os planos eram bonitos na teoria mas, na prática, há dois assassinos muito pouco amigáveis atrás da desejada maquia, determinados a não deixar que o cowboy Llewlyn (Josh Brolin) tenha descanso.

A premissa de Este país não é para velhos pode parecer simples mas em filme dos irmãos Coen que, por acréscimo, é baseado num livro de Cormac McCarthy (vencedor de um Pulitzer e escritor com predilecção pelo sinistro) nada é linear.

O filme é, mais do que uma espécie de western soturno à mistura com thriller sobre assassinos, um retrato sobre as violências do mundo e sobre os últimos redutos da luta pela justiça.

Anton Chigurh (Javier Bardem) é o símbolo para a primeira imagem. Um sociopata assassino com a calma de uma preguiça e o calculismo de um advogado. Chigurh é homem estranhíssimo que mata porque sim, escolhe as suas vítimas atirando a moeda ao ar e carrega consigo uma botija de gás que mata com tanta eficácia como arromba fechaduras. A personagem de Tommy Lee Jones surge em representação da segunda (a justiça). É um xerife em pré-reforma, meio apagado, sem grande esperança no bem do mundo mas que, ainda assim, vai à luta quando é necessário.

São estes dois homens em dois extremos diferentes que perseguem Llewelyn. Um para o matar, outro para o ajudar.

Depois há Carson Wells (Woody Harrelson), o outro assassino, mais benemérito do que Chigurh, igualmente sedento pelo dinheiro mas disposto a poupar a vida a Llewelyn.

No country for old men é o mais exímio exercício da dupla Joel e Ethan Coen. Reconhecidos por pular entre géneros (da comédia screwball ao film noir), os irmãos atingem em nesta fita um máximo de violência. É, sem dúvida, o seu filme mais sangrento mas não deixa de conter algumas passagens com o seu típico humor negro. Joel Coen admite, “é muito negro – e essa é a nossa característica distintiva. O livro também é bastante violento, bastante sangrento. O filme é, provavelmente, o mais violento que já fizemos”. É, de facto. Mas é também o melhor.

Comecemos pela suprema exibição de Javier Bardem, que dificilmente se poderá chamar de “secundária”, com um sotaque irreconhecível, um penteado bizarro, uma expressão inabalável e uma total entrega. Já venceu o Globo de Ouro e muitos garantem que lhe deverá valer o Óscar para melhor actor secundário.

Vire-se o foco para o trabalho irrepreensível dos Coen, tanto de escrita como de realização. A técnica é a de uma câmara atenta ao detalhe, sem precisar de recorrer a artimanhas para ser perfeita. As imagens estão ao serviço da história que, ora é cortante, complexa, ora é entretenimento de colar o espectador à cadeira.

Não há o que falhe em Este país não é para velhos. O ambiente desenrola-se numa tensão que delicia e que faz querer mais mortes. No final, apetece aplaudir a mestria dos Coen, a fotografia de Roger Deakins, a banda sonora de Carter Burwell e a interpretação inacreditável de Bardem.

Acumula oito nomeações para os Óscares. Vencer nas principais, será a prova de que a Academia está aberta a novos olhares e de que, na verdade, os lobbies não são assim tão fortes. Ainda se premeiam os melhores.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 11:38
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Os Óscares na Empire


Nesta altura, já se sabe, é difícil ouvirmos falar em outro assunto para além dos Óscares (nós que somos um tanto viciados nestas coisas do cinema).

Eu própria tenho abusado no tema. No entanto, achei que valeia a pena deixar aqui este artigo, parte essencial do dossier da Empire sobre os Óscares, com os 80 melhores momentos da história da cerimónia.

Em primeiro lugar a Empire colocou um momento muito recente. Não sei se o elegeria como o melhor episódio dos Óscares mas é um a destacar. Martin Scorsese a receber a estatueta naquilo que a publicação designa de "Justice at last".

Vejam tudo aqui.
publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 19:11
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O prometido dossier sobre os Óscares



Deixo-vos o link para o site que, com alguns bons dias de trabalhinho, eu e o Gonçalo construímos para o SAPO. Ele vai ser actualizado diariamente e, durante a noite dos Óscares, vamos estar em cima do acontecimento.

Convido-vos a uma visita aqui.
publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 14:53
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