Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

Hola Lisboa: Despercebido mas não esquecido

Não parece por aí além de promissor até porque tem como filme de abertura aquele que toda a gente parece ter em casa numa ou outra versão pirata. No entanto, a segunda edição do Hola Lisboa é digna de nota. Aqui fica um artigo que fiz para o estaminé habitual.

 

São cinco dias para oito filmes em competição, com Tropa de Elite a abrir e uma homenagem a Rogério Samora no dia de encerramento. A segunda edição do festival Hola Lisboa chega hoje à cidade e, desta feita, já não é apenas ibérica, é ibero-americana. A recompensa é um símbolo do país que o acolhe: o Galo.

É um festival pequeno, com poucos dias e não muitos filmes em cartaz mas vai ser o primeiro a exibir em Portugal o vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim do ano passado. Tropa de Elite do brasileiro José Padilha vai abrir esta noite no Cinema São Jorge a segunda edição do Hola Lisboa. Na sessão de apresentação estará presente um dos protagonistas, o actor André Ramiro.

Para além da fita brasileira, há mais sete a concurso, de onde se podem destacar títulos como Dot.com do português Luís Galvão Teles, XXY de Lúcia Puenzo ou Ó pai ó de Monique Gardenberg. A julgá-los estará um júri composto por um francês especialmente convidado para o propósito, o actor Robert Sanzéy, pelo cantor Gil do Carmo, pelo actor angolano Carlos Paca e pelo produtor romeno Daniel Mitulescu.

E se o conceito do festival parece difícil de circunscrever, a organização explica qual o critério para que um filme entre na competição. A condição não passa pelo país de produção, depende apenas da nacionalidade do realizador.

As recompensas são puramente simbólicas e vêm sob a forma de uma marca bem portuguesa. Se Berlim tem o Urso e Veneza tem o Leão, Lisboa só poderia ter um Galo para entregar. Os Galos de Ouro do Hola Lisboa irão para a melhor longa-metragem de ficção, para o melhor argumento e para a melhor direcção de fotografia. A lista de galardões encerrará com o Grande Prémio do júri.

Para filme de encerramento, o certame elegeu O Delfim de Fernando Lopes, filme que representa um dos pontos altos na carreira de Rogério Samora, actor que sucede nesta edição a Joaquim de Almeida na lista de homenageados do festival. O tributo acontece no dia 25, na mesma altura em que serão anunciados os vencedores e em que o breve Hola Lisboa fechará as portas.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 14:53
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