Terça-feira, 13 de Maio de 2008

A Irene é o que menos importa

Esta semana, no meio das restantes sete estreias, há um filme que mandatoriamente não deverá passar despercebido.

 

Filho de uma improvável conjugação de factores (um realizador nascido em Nova Iorque com pai português e mãe grega, dois actores portugueses e um inglês), Goodnight Irene é a prova de que, com a simplicidade, a inovação pode ser resultado garantido. Uma história simples, de solidão e amor, de amizade e esperança. Uma fabulosa fotografia de Miguel Sales Lopes e uma nova vista sobre Lisboa trazida pelo estreante nas longas-metragens, Paolo Marinou-Blanco. Depois, a consolidar a peça há o sempre irrepreensível Nuno Lopes, o importado Robert Pugh e a competente Rita Loureiro. Não percam Goodnight Irene.

 

O filme é tão maior do que o título sugere que, a dada altura, a Irene, ainda que sempre presente, deixa de importar.

 

Estive com a Vera a entrevistar actores e realizador no São Jorge (quase que podia ser a minha segunda casa por estes dias) e deixo-vos agora o resultado.

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 22:22
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