Sábado, 31 de Maio de 2008

Go back to black!

 

Por motivos subjacentes à profissão que escolhi, ando em labuta no Rock in Rio. Desde início que o cartaz não me agradou, salvo pontuais excepções, mas sempre tive vontade de entrar na maratona (a bem da verdade, diga-se que é dura) pela experiência profissional. Vontade de correria, monte acima, monte abaixo; de entrevistas; de relatos sobre concertos. O primeiro dia foi ontem e, apesar do cansaço nocturno, correu bem...

 

Agora, o que não correu bem foi um dos pouco concertos que eu tinha vontade de ver. Ela nunca tinha cá posto os pés, não se sabia se poria. Até ao último minuto conjecturei sobre se ela ia falecer a caminho de Lisboa, ainda em Londres ou em pleno concerto em cima do palco. Tinha quase a certeza de que ela poderia falecer. Mas Amy Winehouse continua viva. Deu um mau concerto mas continua viva (dentro do espaço que o conceito de vida tem na presença de uma criatura como ela).

 

Chegou com quase uma hora de atraso, deu cinquenta minutos de concerto, tropeçou em palco, estava afónica e cambaleou enquanto bebia um valente copo de vinho. Se formos a ver, nada disto é muito surpreendente. É a coisa dela. É o que ela faz.
Mas é pena que ela esteja a passar de cantora genial que infelizmente se mete nas drogas a profissional incompetente gozada por todos porque se mete nas drogas.

 

Volta Amy! Nós concedemos o perdão se não caires e cantares como só tu sabes!

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 12:01
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O novo brinquedo

O último ser à face da Terra com sentimos activos e que, curiosamente, é um robot tem um novo brinquedo neste fresquinho teaser.

 

Wall.e e as bolas saltitantes. Que mais há a dizer?

 

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 11:59
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Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Um screensaver à medida

Por Paul Rudd. Simpático momento de loucura on acid.

 

Querem ter isto no vosso computador?

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publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 08:40
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Post indispensável

É obrigatório não ignorarem este post numa daquelas leituras diagonais à la Google Reader. Em bem sei que o costumo fazer mas, se incorrerem nessa falha, passarão por cima do trailer de Burn After Reading, o novo dos manos Coen, com estreia americana marcada para Setembro. Para além disso, correm o risco de levar um piparote da parte desta que vos escreve.

 

Pontos para vos persuadir a seguir o link abaixo: Brad Pitt na figura mas bizarra que já o vimos fazer (e parece tão bem); um elenco de fazer inveja aos maiores (Frances McDormand, George Clooney, John Malkovich, Tilda Swinton...onde é que vamos parar?) e uma amostra tão promissora que me deixou de batimento cardíaco fortemente acelerado.

 

Convenci-vos? Ora vejam lá então...

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 08:28
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Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

A exterminação para quem faz títulos destes

Os filmes da família Apatow têm sofrido à grande com os títulos infelizes que lhes oferecem os portugueses. Um belo par...de patins é o pior de todos mas é preciso salientar que a qualidade do título não tem qualquer relação com a excelência do filme. Esse, é para ver.

 

Não é grande feito dizer que é a estreia da semana numa data em que só estreiam dois filmes mas podia bem fazer frente a muitos dos blockbusters que por aí andam a rondar. Deixo-vos as notas que estão agora publicadas no sítio habitual.

 

«Dos mesmos produtores de Virgem aos 40 e Um azar do caraças». A marca está registada e já é associada a uma griffe de reinventores que pegou em géneros mais mortos do que uma múmia e os tirou do caixão. Que o infeliz título português (Um belo par…de patins) não afaste o público de Forgetting Sarah Marshall, o filme que a trupe de Judd Apatow se atreveu a chamar de «a primeira comédia romântico-catastrófica». Há piadas, Marretas, musicais e nus embaraçosos. De catástrofe não sobra amostra.

Estamos conversados sobre a fórmula de sucesso que o gangue de Judd Apatow já provou ter em mãos. Pegar em subgéneros da comédia que pareciam não ver a luz ao fundo do túnel e dar-lhes uma nova roupagem carregada de pontos em comum com a vida real parece ser o trunfo para chegar à receita milionária. Um belo par…de patins não foge à regra deste livro de estilo mas, desta vez, tem um realizador estreante a comandar as operações (Nicholas Stoller) e um argumentista que acumula a função de protagonista (Jason Segel) a passar com distinção nos dois testes.

O título em inglês não engana. Do que Peter Bretter, um compositor de música para séries de televisão, precisa é de esquecer Sarah Marshall (Kristen Bell), uma actriz da moda protagonista da série Crime Scene: Scene of the crime (uma paródia aos CSIs desse mundo). A famosa loura viveu na categoria de sua namorada durante alguns anos mas, um belo dia, decidiu trocá-lo pela estrela do rock de sotaque britânico flamboyant Aldous Snow (Russel Brand).

Quando Peter, o eterno fã d’ Os Marretas com o secreto sonho de fazer um musical com bonecos, decide fazer uma lavagem à alma no solarengo Havai, a última coisa que esperava encontrar era a ex com o actual amigo. Mas a tragédia acontece e tudo parece estar condenado ao desastre. Os jantares solitários, os encontros imediatos do terceiro grau com a última pessoa com quem ele gostaria de chocar e as exibições de estrelato do novo namorado são apenas alguns dos episódios que este abandonado em recuperação tem de enfrentar.

Pelo caminho, é fácil percebermos que Judd Apatow fez questão de manter a sua quadrilha por perto com participações dos habituais Paul Rudd, Jonah Hill ou Bill Hader - este último no papel do irmão de Peter que, através de videoconferências online vai tentando guiá-lo na recuperação- e que trouxe algumas novas aquisições como a de Mila Kunis no papel da recepcionista do resort que vai tirar dos eixos o homem mais depressivo daquela colónia de férias.

Podia perguntar-se: mas não será esta apenas mais uma comédia? Podia resumir-se apenas a essa condição, não fosse pelo ar fresco que a equipa que a assina consegue trazer de cada vez que se aventura num novo projecto. As referências ao humor teen estão lá e as inspirações das comédias românticas também marcam presença mas não se esgotam no humor formatado a que estamos habituados visto que, por baixo desses pontos de partida, se escondem personagens com um fundo real e muito mais para oferecer do que piadas de consumo rápido.

Claro que tal facto não invalida que os momentos de humor sejam muito bons (e são, mesmo quando no auge da sua parvoíce). Da troça à obsessão americana por séries de televisão (a inesquecível pancada n’ Os Sopranos) às passagens musicais que tocam o lado nostálgico dos mais imunes (imagine-se um adulto choroso a tocar o eternizado tema do genérico d’Os Marretas ao piano), tudo contribui para que esta mescla de desequilíbrios equilibrados resulte tão bem.

O protagonista e argumentista, Jason Segel, que, aparentemente vai mesmo fazer mais uma adaptação ao cinema d’Os Marretas, tinha criado por carolice um musical do Drácula com bonecos, projecto que acabou por ser trespassado para o personagem e acrescentado ao argumento inicial, culminando num dos melhores momentos da fita.

Um belo par…de patins é tanto um filme de estupidez machista, quanto uma película sobre um genuíno sofrimento decorrente de um desgosto amoroso. E são esses contrastes que o tiram do palheiro e o colocam na linha da frente como uma das potenciais comédias do ano. À la Judd Apatow.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 16:11
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Batman's got milk?

A campanha é uma tradição tipicamente norte-americana e dura desde 1993, tendo já escolhido como cabeças de cartaz uma lista de heróis conhecida do grande público. Got Milk? é a frase que acompanha cada cartaz, numa estratégia que se destina a promover o consumo de leite.

 

O que têm em comum as figuras presentes em cada cartaz? Um bigode branco deixado pelos vestígios de leite. Já o tiveram, por exemplo, Homem-Aranha, Garfield, Bart e Lisa Simpson, Hulk ou Super-Homem. E nem só de personagens vive a campanha. Também  muitas caras reais sempre expostas às luzes têm concordado subscrever a causa (a compilação é demasiado extensa para a deixar aqui). Agora, mais um herói passa a figurar no hall of fame dos bigodes de leite.

 

Ora vejam este Batman de The Dark Knight calcificado.

 

 

Aqui podem ver mais alguns dos cartazes.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 08:20
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Instaurou-se o revivalismo

 

É um facto inegável. Dos super-heróis que há décadas vêm a fazer as delícias dos fãs da BD a passar para o cinema, até a ícones do imaginário de todos os comuns dos mortais (como Indiana Jones, Rocky ou Rambo), o revivalismo está num pico de sucesso. Ninguém o critica, ninguém o recusa, não há quem lhe resista.

 

Ora, foi esta linha de pensamento que levou a Paramount a pôr em andamento um quarto filme para Beverly Hills Cop. Eddie Murphy estará de volta como o detective mais gozão de Detroit em terras de gente rica e fala-se do nome de Brett Ratner (O Dragão Vermelho, X-Men: The Last Stand) com possível assento na cadeira de realizador.

 

Não há como negar a nostalgia palpitante que isto traz ao de cima mas será a ideia potencialmente mais interessante ou mais assustadora?

 

P.S.: Vamos todos passar o dia com a música de Harold Faltermeyer a zumbir nos ouvidos, não vamos?

 

 

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 08:07
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Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Rodriguez e McGowan na prisão

 

O título ali em cima podia bem ser uma daquelas manchetes de jornais duvidosos ou sites sensacionalistas mas acaba por reduzir-se à categoria de "primeira designação que veio à cabeça desta rapariga do Elite". E não foge assim tanto à verdade.

 

A história é que Robert Rodriguez anda no mercado a tentar comprar Women in chains, um drama passado numa prisão para mulheres que terá como protagonista a sua querida noiva (e tresloucada inveterada), Rose McGowan.

 

Tal como em Planet Terror, durante a rodagem do qual os dois se conheceram, também na série o ambiente será semelhante ao dos exploitation films da década de 70. Ao que parece, haverá lutas na lama metidas ao barulho. Isto é objecto de culto trash em potência.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 15:29
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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

É já em 2009

 

Apenas mais um ano e, "se tudo correr bem", teremos filme de Tarantino. Ou, pelo menos, foi isso que ele garantiu em Cannes quando lhe perguntaram qual seria o seu próximo filme. "Kill Bill 3, Kill Bill 4?" Não. É isto:

 

Oh, yeah, no. The next movie I’m doing is my WWII movie Inglorious Bastards. I actually just finished the first draft of the script and when I go home I’ll be finishing it up…and if all goes well [pregnant pause] I will be here 2009 at Cannes with my war film INGLORIOUS BASTARDS!!! [applause].”

 

Um Tarantino na Segunda Guerra Mundial atrás de um grupo de soldados na iminência da morte com uma hipótese de salvação que terá de passar por uma viagem em terras nazis. Isto promete...

 

Aqui está a entrevista ao mestre.

 

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 09:20
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Ainda há pouco o vimos em Michael Clayton

Recordamos com nostalgia África Minha ou Tootsie. Vimo-lo há tão pouco tempo em Michael Clayton. Tão bizarro que tenha sido companheiro de produtora de Anthony Minghella e que os dois tenham morrido pela mesma razão, no mesmo ano. Sidney Pollack faleceu ontem aos 73 anos e acrescentou o seu nome à terrível e abundante lista de mortes no cinema dos últimos tempos. Ainda estou em recuperação. Deixo-vos o artigo que escrevi para o sítio do costume sobre o realizador/actor/produtor.

 

O realizador de África Minha e Tootsie - Quando ele era ela faleceu ontem à noite na sua casa em Nova Iorque, vítima de doença prolongada. Sidney Pollack tinha 73 anos e era considerado por muitos o último grande realizador romântico de Hollywood.

O documentário Sketches of Frank Gehry sentou-o na cadeira de realizador pela última vez e Michael Clayton - Uma questão de consciência, garantiu que, na cerimónia dos Óscares 2008, estivesse na plateia com o nome a constar dos créditos de uma fita nomeada para a melhor do ano. Sidney Pollack esteve no activo até quase ao final. Foi só no ano passado que o avanço do cancro o obrigou a deixar a meio as filmagens de um documentário sobre as presidenciais americanas, mais particularmente sobre o caso da recontagem de votos na Flórida.

Pollack começou a carreira na sétima arte como actor e nunca deixou o papel mas, termina ainda mais reconhecido enquanto realizador e com uma intensa actividade como produtor. África Minha, de 1985, com Meryl Streep e Robert Redford, venceu sete Óscares e valeu-lhe a condição de melhor realizador daquele ano. Já três anos antes, Tootsie - Quando ele era ela, tinha recebido dez nomeações para os prémios da Academia e tinha arrecadado um (o de melhor actriz secundária para Jessica Lange).

 

Enquanto produtor, Sidney Pollack era reconhecido pelos seus filmes independentes, alguns dos quais feitos com o companheiro de incursões cinematográficas, o realizador também falecido este ano Anthony Minghella. Os dois mantinham a produtora Mirage Enterprises cuja lista de filmes inclui títulos como Cold Mountain ou o último documentário de Pollack, Sketches of Frank Gehry.

Sidney Pollack, o incurável romântico da cidade das estrelas, dirigiu actores como Burt Lancaster, Jane Fonda, Robert Mitchum, Al Pacino, Tom Cruise, Harrison Ford ou Nicole Kidman e nunca abandonou os seus projectos, até muito perto do fim, numa Hollywood que acreditava já não ser a mesma dos seus tempos altos mas onde continuava a criar ou a participar em filmes para o grande público. Dizia em alta voz acreditar não ser «impossível fazer filmes mainstream verdadeiramente bons» e não era muito dado a fascínios pelo sucesso. Sidney Pollack, oscarizado, realizador, actor e produtor preferia não ceder ao estrelato e assumir os defeitos: «eu nunca fui aquilo a que se possa chamar um grande cineasta ou artista visual».

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 08:53
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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

Foram precisos 21 anos...

 

...para a Palma de Ouro voltar a casa mas, em 2008, o feito repetiu-se. Entre les murs, de Laurent Cantet, acompanha o dia-a-dia de uma turma num liceu parisiense e arrecadou, sem grandes dúvidas por parte do júri, o prémio maior do festival.

 

A decisão deixou, assim, The Changeling (ou The exchange, alguém que se decida) de Clint Eastwood sem a Palma de Ouro (ainda que tenha vencido o prémio especial do júri em ex-aequo com Un conte de Noel de Catherine Deneuve) e Gomorra de Matteo Garrone sem as honras máximas do certame (ainda que tenha levado o Grande Prémio).

 

Benicio Del Toro agradeceu a Che Guevara pelo prémio de melhor interpretação masculina no filme de Steven Soderbergh, Che, e Sandra Corveloni saiu galardoada pelo seu trabalho em Linha de passe do brasileiro Walter Salles.

 

Outro dos filmes apontado como um dos potenciais candidatos à Palma de Ouro a sair de mãos a abanar foi Valse avec Bashir, um documentário em animação (que ideia tão inspirada) de Ari Folman sobre os horrores da guerra do Líbano em 1982.

 

Agora, aos poucos e nos próximos longos meses, vamos poder ir atestando a credibilidade do júri liderado por Sean Penn. Nos ecos que foram chegando de Cannes, diz-se que o prémio foi merecido. E voltou a casa.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 09:04
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Domingo, 25 de Maio de 2008

Playboy? Ele? Que despropósito!

 

Depois de ter competentemente vestido o fato metálico de Tony Stark e despido as meninas com o talento para o sexo feminino que a personagem tem, Robert Downey Jr. pode bem voltar a vestir o fato de mulherengo.

 

Desta feita, não interpretaria um super-herói (pelo menos para os que não o classificam com esse rótulo) mas vestiria igualmente um ícone. Basta começarmos a falar do robe vermelho com a écharpe à mostra e a mansão megalómana que lhe está associada e muitos poderão identificar de imediato a figura. Falamos, obviamente, do senhor Hugh Hefner, patrão da Playboy, e de um biopic ainda sem realizador designado mas com projecto em andamento.

 

A esta hora, esta "notícia" não é mais do que um rumor nestas redes virtuais de maníacos do cinema. Downey Jr., supra-sumo de talento que é, na fase de renascimento para as massas que Iron Man lhe proporcionou, deverá ter convites a cair em quantidades semelhantes às das chuvas de granizo que, de vez em quando, acontecem lá para o norte de Portugal. Será que lhe interessa o papel? Será que não tem melhores propostas?

 

Teremos de esperar para confirmar contratos ou negociações mas, para já, fica no ar o boato. Uma coisa é certa: não há filme com Downey Jr. que não seja um melhor filme por ter o seu nome no elenco.

publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 16:43
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