Terça-feira, 29 de Abril de 2008

O português e a ficção científica



Gosto de alguém que chegue e decida fazer um filme de ficção científica em Portugal. Estar fora do quadrado de segurança da obra de autor muita dada à arte também é produção positiva.

A notícia de hoje é a seguinte. O filme de José Miguel Moreira, Área Protegida, foi seleccionado para a competição internacional do Festival Cine a la Calle, na Colômbia. A curta-metragem conta a história de um jovem de 14 anos que assistiu ao suícidio do pai na mesma casa de onde agora avista o mar mas também a aterragem de um OVNI no areal.

O filme já recebeu o prémio para o Melhor Filme Nacional no Festival de Arouca e pode continuar a caminhada em glória.

É agradável este mundo em que já vai havendo mais do que um ou dois realizadores a quererem arriscar em argumentos diferentes e pouco dados à profundidade dramática. Não que esta última não seja fundamental mas a roda dos alimentos não se faz só de cereais.
publicado por Quanto Mais Quente Melhor às 13:56
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